Bio
Alan Alda
O protagonista de MASH
Depois de se licenciar na Universidade Fordham, Alda prestou serviço militar no corpo de Reservas do Exército norte-americano antes de se juntar ao mundo do espectáculo.

Cresceu num ambiente de espectáculo. O pai, Robert, foi actor e educou Alan em redor da cultura da comédia vaudeville. Tornou-se membro da companhia de teatro de Cleveland Playhouse, com uma bolsa da Fundação Ford.
Fez grande sucesso com os seus improvisos na Companhia Second City de
Chicago e, a partir de 1964, com a série satírica de televisão “That Was the Week That Was”. O seu primeiro papel num filme foi em “Gone Are The Days”, em 1963, uma adaptação de uma peça da Broadway na qual Alda tinha participado. Os seus outros papéis em filmes na altura, quase todos eles com mais sucesso junto da crítica do que populares, incluíram “Paper Lion” e “To Kill a Clown”.
Ao filmar “The Glass House”, um drama de Truman Capote na Prisão Estatal do Utah, Alda ficou impressionado com o argumento de um episódio piloto para televisão do filme sucesso de Robert Altman (“MASH” [M*A*S*H]).
A série, que esteve no ar durante 11 anos, era uma sátira pacifista dos
horrores da guerra e permitiu a Alda explorar as suas capacidades de actor, argumentista e realizador. Quando a série terminou, em 1983, Alda tinha sido galardoado com Emmys pelas três categorias – continua a ser a única pessoa a ter sido galardoada nas três categorias.
Além de uma outra comédia de situação, “We´ll Get By”, Alda conseguiu encontrar tempo para participar nalguns filmes em simultâneo com “M*A*S*H”, como Um Apartamento na Califórnia (California Suite), “Same Time”, e na sua estreia como realizador, em 1981, “The Four Seasons”.
Dando início a uma colaboração com Woody Allen, e protagonizando propositadamente o antagónico. Alda participou no filme de Allen, “Crimes e Escapadelas” (Crimes and Misdemeanors), de 1989. Voltou a juntar-se com o realizador para “O misterioso assassínio em Manhattan” (Manhattan Murder Mystery), em 1993, e para “Toda a Gente diz que te amo” (Everybody Says I Love You), em 1996.
Prolífico activista e comentador fora do ecrã, Alda continua a gerir a sua carreira cinematográfica envolvendo-se em grandes causas sociais e políticas.
